Dízimo e Oferta

INTRODUÇÃO

Se Deus quer, então, devemos obedecer fazendo a sua vontade, porque isto resulta em benefícios 
incontáveis a 
nossaprópriaexistência. Mas, o que é que Deus quer? Muitas coisas sem dúvida, mas uma só nos preocupa hoje. O nosso dinheiro. E Deus quer o dízimo desse nosso dinheiro. Apenas a décima parte de tudo o que recebemos, quer ele seja entregue à casa do tesouro, à igreja do Senhor Jesus Cristo, a fim de que seja ela suprida nas suas necessidades. Muito se tem falado sobre o dízimo; dos púlpitos mensagens esclarecedoras têm sido transmitidas; contudo, ainda marcamos passo, e a maioria dos crentes está por se adaptar à realidade de que Deus quer, então basta! Não existe argumento superior à vontade do nosso Deus. “Toda a coisa consagrada será uma coisa santíssima ao Senhor”.

 

I – POR QUE DAR O DÍZIMO
 
Há um número expressivo de membros de igrejas evangélicas inventando desculpas para não dar o dízimo, chegam a ser absurdas algumas das desculpas apresentadas para fugir à responsabilidade com Deus. Veja se você tem usado algumas dessas para fugir ao seu dever como crente:
  1. “Não dou o dízimo porque é tão pouco que tenho vergonha”. É desculpa! Quem é fiel no mínimo, é fiel no muito.
  • “Não dou o dízimo, porque é muito e a igreja não necessita de tanto”. É desculpa! Diz oprofeta Malaquias, no seu capítulo 3 e versículo 8: “Roubará o homem a Deus?
  • Todavia vós me roubais”. O dízimo é do Senhor e deve ser entregue a Ele . “Não dou o dízimo porque estou muito apertado, cheio de contas para pagar”.É desculpa! MI 3:10 diz: “Trazei todos os dízimos … depois fazei prova de mim … “. Primeiro você da o que pertence a Deus, depois há promessa de abundância. Quem inverte isso não prospera.
  • Na verdade o dízimo é uma oportunidade de demonstrar a Deus que você reconhece que Ele é dono de tudo e o provedor de seus bens.

Há, entre os crentes, o hábito de se dividir o dízimo. Quem eles beneficiar (causas e pessoas), lançando, para isso, mão daqueles 10% que deveriam ser entregues intactos à casa do Senhor. Isto é uma questão de disciplina própria, ou, talvez, de hipocrisia diante de Deus, porque à vista dos homens regozijam-se os benefícios, sem muito ou nenhum proveito espiritual ao beneficiador. A verdade é que não está certo distribuir o dízimo a nosso bel ¬prazer. Não sentimos nisto aprovação divina, porque não existe qualquer autorização por parte de Deus a que procedamos dessa forma. Não somos dizimistas se assim o fazemos. Temos observado a vida espiritual dos crentes que repartem o dízimo. De igual maneira agem com relação às doutrinas bíblicas, dando a si mesmos o direito de fazê-Io. Dar o dízimo à igreja e do restante, no que for possível, contribuir para a Causa e pessoas necessitadas. Aí aparece o valor da oferta alçada. Deus criou todas as coisas, colocando-as em seus lugares certos.

Outros irmãos tomam o dízimo emprestado, usando-o em seus negócios e compras, propondo-se a pagar mais tarde. Porventura fazem assim quando recebem uma nota promissória a pagar em dia marcado? Deus é mesmo muito paciente e misericordioso. Há dízimos acumulados que nunca foram pagos porque os crentes acham Deus muito compreensivo e perdoador. Eles mesmos se condenam. Precisam de disciplina própria, rigor íntimo, atitude honesta e firme, porque a Deus não se pode ludibriar e ele conhece todos os nossos pensamentos, e certamente, com justiça nos julgará. Nunca teremos argumentos que sejam mais fortes do que a vontade do nosso Deus. Ele quer nosso dízimo integral. A ele. Pois, façamos a entrega.

Já em MI 3:8,9, o Senhor é mais enfático sobre a doutrina do dízimo: ” … todavia vós me roubais e dizeis: em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas”. Assim deve o bom crente a uma contribuição cociente e bíblica dos dízimos e das ofertas.

 

Jerônimo Onofre apresenta em seu livro OS EXTERMINADORES DE RIQUEZAS, quatro legiões de demônios prontas para arruinar o crente: Joel 1:4.

 

Na versão Revista e Corrigida nos diz o seguinte: “O que ficou da lagarta, o comeu o gafanhoto, e o que ficou do gafanhoto, o comeu a locusta, e o que ficou da locusta, o comeu o pulgão”.

  • GAFANHOTO = da ordem dos Ortópteros. Causa grande estrago às plantações (Pv 30:27);
  • LAGARTA = da ordem dos Lepidópteros (lava de insetos ou borboletas);
  • LOCUSTA = nome científico do gafanhoto;
  • PULGÃO = da ordem do Homópteros. Vivem sobre os vegetais (SI 78:46; 105:34).

“Uma legião de soldados (Mt 26:53), nos tempos de Jesus, era composta de 6.000 soldados de infantaria e 300 de cavalaria. Portanto doze legiões, seriam 78.000 homens”. 
Na história de Israel, sabe-se que os gafanhotos tinham destruído a lavoura. E, eles representavam os seus inimigos. “hoje simbolizam as forças da Satanás em pé de guerra contra a igreja”na desobediência à Palavra de Deus.

A Bíblia Vida Nova explica em seu comentário: a operação destes gafanhotos e sua obediência a mando do maligno, mostra e revela que são seres diabólicos e não insetos.

LEGIÃO DO CORTADOR = é o gafanhoto ainda bebê; mora 24h por dia na vida do homem que não obedece a Deus; sua função é nunca deixá-Ios usufruir 100″/0 dos seus esforços. Uma parte fica com ele, isto é, gasta com coisas que não edificam como cigarro, jogos, bebidas, doenças etc. “naquilo que não é pão”, ele tem o poder de “bichar” o salário e o patrimônio ou seja corrói partes das riquezas.

LEGIÃO DO MIGRADOR = é ele já um pouco desenvolvido e por isso pode migrar de lavoura em lavoura; não fica todo o tempo no patrimônio ou no salário de ninguém, mas voa de patrimônio em patrimônio, de salário em salário, de empresa em empresa, de cidade em cidade, de país em país etc. Visita 2, 3, e até 4 vezes por ano dando aquele prejuízo inesperado, é inconstante. Dá um prejuízo de surpresa e vai embora, deixando parte do patrimônio destruído.

LEGIÃO DO DEVORADOR = vem tirando a casca, isto é, tira a força do homem. Torna-o improdutivo, incapaz de reagir; deixa 100% na miséria. Toma a credibilidade, a honra, os bens, todo o seu patrimônio. Um dos sinais do devorador na vida da pessoa é quando ele tem que vender seus bens para pagar dívidas.

LEGIÃO DO DESTRUIDOR = derrota totalmente. Lança por terra. Leva para a sepultura; tem o poder da morte. Só não pode tocar no salvo, lavado e remido no sangue de Jesus e que anda na obediência: é uma legião assassina. Esta legião usa as intempéries (perturbação) no tempo para causar destruição, para matar. Leva o indivíduo ao suicídio. É opressora.

Exemplo disto é o que eles fizeram aos filhos de Jó 1:19.

Em Ap. 9:3 temos: 
“… vieram gafanhotos. Os terríveis gafanhotos mencionados nesta seção não são os pequenos animais, mas os anjos decaídos que, por expressa ordem de Deus estão aprisionados em escuridão (Cf. 2 Pe 2:4; Jd v. 6).

São seres espirituais do mundo tenebroso; mas não são demônios (At 23:8), e que, durante este período de encarceramento perderam o seu estado de configuração e, são apresentados com um aspecto terrível. No texto de Judas em seu sexto versículo, vemos os anjos decaídos, aprisionados em cadeias eternas, na escuridão exterior, esperando o julgamento do grande dia. Seja como for, ali no poço do abismo estão os gafanhotos infernais devidamente equipados, com suas armas destruidoras contra aqueles que viverem no tempo do fim (a grande tribulação).

 

” … foi-lhe dito que não fizessem dano à erva da terra. Este versículo tem seus paralelos na passagem de Joel 1:3. Diante dele (exército de gafanhoto) um fogo consome, e atrás dele uma chama abrasa; a terra diante dele é como o Jardim do Éden, mas atrás dele um desolado deserto; sim, nada lhe escapará.

O Dr. Charles C. P. N. Champrin, Ph D. 1982, nos revela assim: “Os gafanhotos (animais) foram a oitava praga do Egito. Mas, estes são diferentes dos gafanhotos ordinários da terra: terão ferrões nas caudas, como se fossem escorpiões. Com os ferrões é que feriam, e não com a boca, como fazem os gafanhotos naturais; na realidade foram proibidos de tocar nas árvores ou em qualquer erva verde. Os gafanhotos naturais não têm rei (Pv 30:17), esses porém, têm sobre si, rei, o anjo do abismo (v. 11)”.

Estas espécies diferentes de gafanhotos trabalham em conjunto com outras legiões e tem o poder de comando sobre elas. Quando eles querem tomar os bens dos desobedientes eles ordenam aos demônios da legião da enfermidade e eles põem os tais doentes. Particularmente entendo que os demônios não precisam entrar em ninguém para pôr-Ia doente. Ele tem recurso para assolar a saúde de qualquer um de fora do corpo dela.

 

As quatro legiões agem na pessoa individualmente, na família num todo, no bairro, na cidade, no estado e no país e no mundo.

 

Tais legiões não expulsas com oração “estão sob a repreensão direta de Deus pela obediência da igreja “MI 3:11. “A obediência da igreja, faz Deus repreender estes demônios”.

 

II – A DESOLACÃO DOS GAFANHOTOS

 

JOEL 1:4 JOEL 1:7 Lc 6:38

 

Cortador Assola Boa medida

 

Migrador Destroça Sacudida

 

Devorador Tira a casca Recalcada

 

Destruidor Lança por terra Trasbordante

 

III – ORIENTACÕES BÍBLICAS PARA SUA VIDA FINANCEIRA

 

1) Funções do dinheiro segundo a palavra de Deus: 
a) A Bíblia não define o dinheiro em si, apenas se ocupa de nosso relacionamento com ele. A Bíblia declara que o dinheiro tem essas finalidades ou funções em nossa vida; 
b) Suprir nossas necessidades (Fp 4:14; Mt 6:31-34); 
c) Demonstrar a benção do Senhor (Mt 6:33; MI 3:10; Dt 8:18); 
d) Abençoar outros através de seu uso (Rm 12:13; 2 Co 9:9 ; Dt 15:7,8).

 

2) Indicações Bíblicas de escravidão financeira: 
a) Dívidas (Pv 22:7; Rm 13:8; 1 Co 7:21); 
b) Pressão financeira contas (2 Rs 4:1-7; Mt 6:24-34; Tg 2:6); 
c) Cobiça de riquezas (1 Tm 6;9,10; Pv 1:19; Hb 11:5,6; Pv 23:4; 28:22; Lc 12:15); 
d) Preocupação ansiedade com coisas temporais (1 Tm 6:17-19; Ec 5:10); 
e) Desonestidade (Pv 17:23; 10:17; Tg 5:4; At 24:16).

3) Orientações Bíblicas com referências a dívidas: 
a) Planejar os gastos conforme suas prioridades, para viver dentro de sua renda ou salário (Pv 16;9; 24:27; Fp 4:12, 13); 
b) Gastar com sabedoria (Jo 6:12; Mt 25:26-29); 
c) Evitar sempre dívidas (Rm 13:8); 
d) A Bíblia adverte sobre fiança (Pv 6:1-5; 20:16; 22:7); 
e) Fazer provas de fé nas promessas de Deus para o seu bem-estar financeiro (Pv 28:25; 30:7-9; Fp 4:11-13); 
f) Exercitar-se na liberalidade para com a causa de Deus, entregando pontualmente seus dízimos e ofertas (MI 3:10; Pv 3:9,10; 1 Co 16:2; 2 Co 9:6-15); 
g) Ser diligente e operoso (Pv 6;6-11; 24:30-34; CI 3:23).

O dízimo é uma doutrina tão importante que achamos por bem relacionar abaixo as vinte e uma razões para uma vida feliz, de autor desconhecido, cujo título é Dízimo da Felicidade.

SOU DIZIMISTA PORQUE:

1) o dízimo é santo (Lv 27:30-32); 
2) quero ser participante das grandes bênções (MI 3:11, 12); 
3) amo a obra de Deus na face da terra (MI 3:10); 
4) não quero Ser amaldiçoado (MI 3:6); 
5) não ficarei devendo 101″0 mais os juros (Lv 27: 13 ,31); 
6) Deus é dono de tudo (SI 24; Ag 2;8); 
7) eu mesmo vou gozar das riquezas de Deus (Dt 14:23); 
8) mais é bem aventurado é dar do que receber (At 20:35); 
9) Deus ama ao que dá com alegria (2 Co 9:7); 
10) não sou avarento (1 Tm 6:10); 
11) meu rico tesouro está nos céus (Mt 6:19-21); 
12) tudo que peço recebo (Mt 7:7-9); 
13) obedeço a Deus (At 5:29); 
14) a bênção de Deus é que enriquece (Pv 10:22; At 3:6); 
15) receberei de Deus com a mesma medida (Lc 6:38); 
16) Deus diz: “fazei prova de Mim” (MI 3:10); 
17) a minha descendência não vai mendigar o pão (SI 37:25); 
18) o meu salário não será posto em saco furado (Ag 1:6); 
19) é minha responsabilidade o sustento da igreja (MI 3:10); 
20) quero ter a consciência tranqüila (1 Tm 1:19); 
21) Deus suprirá toda necessidade (Fp 4:199).

IV – A LICÃO DA BOTIJA

“Elias lhe disse: não temas. Vai, faze conforme a tua palavra. Porém faze disso primeiro para mim um bolo pequeno e traze-mo para fora; depois farás para ti e para teu filho” (1 Rs 17:13).

Lição da botija: DEUS ACEITA OFERTA DE POBRE.

 

Durante algum tempo, Elias permaneceu oculto nas montanhas junto ao ribeiro de Querite. Ali foi por muitos meses miraculosamente provido com alimento. Mais tarde, quando, devido à estiagem o ribeiro secou, Deus mandou Seu servo procurar refúgio numa terra pagã. “Levanta-te”, Deus lhe ordenou, “e vai a Sarepta, que é de Sidom, e habita ali; eis que Eu ordenei a uma mulher viúva que te sustente”. I Reis 17:8 e 9.

 

Esta mulher não era israelita. Jamais havia ela tido os privilégios e bênçãos que o escolhido povo de Deus desfrutava; mas era uma crente no verdadeiro Deus, e tinha andado em toda a luz que brilhava em seu caminho. E agora, quando não havia segurança para Elias na terra de Israel, Deus o enviou a esta mulher, a fim de asilar-se em seu lar.

“Então ele se levantou, e foi a Sarepta, e, chegando à porta da cidade, eis que estava ali uma mulher viúva apanhando lenha; e ele a chamou e lhe disse: Traze-me, peço-te, num vaso um pouco d’água que beba. E, indo ela a buscá-la, ele a chamou e lhe disse: Traze-me agora também um bocado de pão na tua mão”. I Reis 17:10 e 11.

Nesse lar afligido pela pobreza, a fome apertava excessivamente; e o alimento lastimosamente escasso parecia estar por acabar-se. A chegada de Elias mesmo no dia em que a viúva temia ter que abandonar a luta pelo sustento, provou ao máximo sua fé no poder do Deus vivo para suprir suas necessidades. Mas mesmo em sua penúria extrema deu ela testemunho de sua fé, atendendo ao pedido do estrangeiro que lhe suplicava repartir com ele o último bocado.

Em resposta ao pedido de Elias por alimento e água, a viúva disse: “Vive o Senhor teu Deus, que nem um bolo tenho, senão somente um punhado de farinha numa panela, e um pouco de azeite numa botija; e vês aqui, apanhei dois cavacos, e vou prepará-lo para mim e para o meu filho, para que o comamos, e morramos”. Elias lhe disse: “Não temas; vai, faze conforme a tua palavra. Porém faze disso primeiro para mim um bolo pequeno, e traze-mo para fora; depois farás para ti e para teu filho. Porque assim diz o Senhor Deus de Israel: A farinha da panela não se acabará, e o azeite da botija não faltará, até ao dia em que o Senhor dê chuva sobre a terra”. I Reis 17:12-14.

Nenhuma prova de fé maior que essa poderia ter sido requerida. A viúva tinha até então tratado todos os estrangeiros com bondade e liberalidade. Agora, indiferente aos sofrimentos que poderiam resultar a ela e seu filho, e confiando no Deus de Israel para suprir cada uma de suas necessidades, ela enfrentou esta suprema prova de hospitalidade, fazendo “conforme a palavra de Elias”.

Maravilhosa foi a hospitalidade mostrada ao profeta de Deus por esta mulher fenícia, e maravilhosamente foram sua fé e generosidade recompensadas. “E assim comeu ela, e ele, e a sua casa muitos dias. Da panela a farinha se não acabou, e da botija o azeite não faltou, conforme à palavra do Senhor, que falara pelo ministério de Elias. I Reis 17:16.

“E depois destas coisas sucedeu que adoeceu o filho desta mulher, da dona da casa, e a sua doença se agravou muito, até que nele nenhum fôlego ficou. Então ela disse a Elias: Que tenho eu contigo, homem de Deus? Vieste tu a mim para trazeres à memória a minha iniqüidade, e matares a meu filho?

“E ele lhe disse: Dá-me o teu filho. E ele o tomou do seu braço, e o levou para cima, ao quarto, onde ele mesmo habitava, e o deitou em sua cama. … Então se mediu sobre o menino três vezes, e clamou ao Senhor. … E o Senhor ouviu a voz de Elias, e a alma do menino tornou a entrar nele, e reviveu.

“E Elias tomou o menino, e o trouxe do quarto à casa, e o deu a sua mãe; e disse Elias: Vês aí, teu filho vive. Então a mulher disse a Elias: Nisto conheço agora que tu és homem de Deus, e que a palavra do Senhor na tua boca é verdade”. I Reis 17:18-24.

A viúva de Sarepta repartiu seu bocado com Elias; e em retribuição, sua vida e a de seu filho foram preservadas. E a todos os que, em tempo de prova e carência, dão simpatia e assistência a outros mais necessitados, Deus prometeu grande bênção. Ele não mudou. Seu poder não é menor agora do que no tempo de Elias. Nem é a promessa menos verdadeira agora do que quando foi dita pelo Salvador: “Quem recebe um profeta em qualidade de profeta, receberá galardão de profeta”. Mat. 10:41.

“Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns não o sabendo, hospedaram anjos.” Heb. 13:2. Estas palavras não perderam nenhuma força através do tempo decorrido. Nosso Pai celestial ainda continua a pôr no caminho de Seus filhos oportunidades que são bênçãos disfarçadas; e os que aproveitam essas oportunidades encontram grande regozijo. “E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia. E o Senhor te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares secos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam.” Isa. 58:10 e 11.

A Seus fiéis servos hoje Cristo diz: “Quem vos recebe, a Mim Me recebe; e quem Me recebe a Mim, recebe Aquele que Me enviou”. Nenhum ato de bondade manifestado em Seu nome deixará de ser reconhecido e recompensado. E no mesmo terno reconhecimento Cristo inclui o mais fraco e mais humilde da família de Deus. “E qualquer que tiver dado só que seja um copo d’água fria”, diz Ele, “a um destes pequenos” – os que são como crianças em sua fé e seu conhecimento de Cristo – “em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão.” Mat. 10:40 e 42.

 

III – CONTRIBUICÃO

 

Quando nada se oferta a Deus, o culto não pode ser perfeito. “E ninguém apareça vazio diante de Mim” (Ex 23:15b).
Um culto sem oferta é um culto antibíblico, pois as ofertas representam a expressão de gratidão do cultuador. Quando se recebe de Deus, devemos dar daquilo que dEle recebemos. A contribuição no culto é bíblica (Mc 12:41-44), quer venha ela de pessoas ricas ou pobres. Em Ageu 1:5, 6, 9, temos um exemplo marcante sobre a advertência da não contribuição liberal e generosa, e as expressões do versículo seis:

 

  1. semeais muito, e recolheis pouco;
  2. comeis, mas não fartais;
  3. bebeis, mas não vos sacias;
  4. vesti-vos, mas ninguém se aquece;
  5. e o que recebe salário, recebe salário num saco furado.